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sexta-feira, 14 de junho de 2013

100% dos sites têm problemas para compras online via mobile, aponta estudo

Experiência de compra ruim aumenta as chances de que os consumidores desistam de adquirir um produto.

Uma pesquisa realizada pela F/Radar revela que 41 milhões de brasileiros já têm acesso à internet via dispositivos móveis. Entre esses, pelo menos 2,5 milhões de pessoas possuem o hábito de realizar compras via tablet ou smartphone.

Pensando nisso, o deviceLab colocou em prática uma metodologia para avaliar os principais sites de compras brasileiros quando o assunto é adquirir um produto via mobile. Os resultados do estudo mostraram que 100% dos participantes da pesquisa apresentaram algum tipo de erro que tornava inviável a compra.

“O e-commerce brasileiro vive um momento especial, crescendo acima dos 20% ano a ano e com os tablets e smartphones as possibilidades de crescer ainda mais são muito grandes”, afirma Leandro Ginane, fundador do deviceLab.
Metodologia da pesquisa

Para chegar a essa conclusão, a pesquisa levou em consideração critérios como performance, compatibilidade e usabilidade. Para isso, foram realizados mais de 1,7 mil testes nas principais lojas virtuais do país, que juntas representam 80% do faturamento do mercado nacional.

Os sistemas operacionais usados no estudo foram os seguintes: Android (versões 3.2.2, 4.0.3 e 4.0.4), iOS (versões 5 e 6) e Windows Phone. Já os aparelhos escolhidos para os testes foram os seguintes: Samsung Galaxy Tab (7 e 10 polegadas), iPad (2 e 3), iPhone (4S e 5), Samsung Galaxy (S3 e S2) e Nokia Lumia 800.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Área 42: Teste da manteiga: qual celular esquenta mais?

Os smartphones de última geração andam muito esquentadinhos. Será que podemos aproveitar essa energia para alguma coisa?


Há pouco tempo, publicamos a análise do smartphone Samsung Galaxy S4. Entre todas as suas características, uma das que mais chamou atenção dos nossos leitores foi o fato de que a versão 3G do aparelho, com processador de oito núcleos, esquenta bastante.

Pensando nisso, decidimos fazer um Área 42 diferente. Nós colocamos diversos aparelhos lado a lado para esquentar e descobrir qual deles é capaz de derreter um tablete de manteiga. Será que isso é possível?


Conheça os aparelhos que vão participar da competição:
  • Samsung Galaxy S4 octa-core;
  • Samsung Galaxy S3;
  • iPhone 5;
  • Motorola RAZR HD.
Nós também utilizamos um tablete de manteiga, plástico PVC, um termômetro digital e um Peltier ligado a um voltímetro para descobrir quanto calor cada modelo é capaz de gerar.


Teste 1: derretendo manteiga

Para realizar esse teste, é preciso fazer com que os aparelhos esquentem. Nós fizemos assim: primeiro, instalamos o aplicativo AnTuTu Benchmark em todos os aparelhos. Depois disso, alinhamos os modelos sobre a mesa e aplicamos uma película de plástico sobre eles.

Em seguida, colocamos um tablete de manteiga de tamanho igual sobre a tela de cada um dos aparelhos e iniciamos a execução do aplicativo AnTuTu Benchmark. Vale lembrar que, no caso do iPhone 5, o ciclo de testes do aplicativo dura menos tempo do que o mesmo ciclo na versão para Android, por isso ele foi executado mais vezes durante o mesmo espaço de tempo.


Para chegar ao resultado final não foi preciso esperar muito: em menos de dez minutos o Galaxy S4 praticamente liquefez a manteiga, provando que de fato a sua emissão de calor é consideravelmente superior à dos demais. O iPhone 5 foi o segundo colocado no teste, seguido de perto pelo RAZR HD. O Galaxy S3 foi o último colocado na disputa.


Teste 2: gerando energia a partir do calor

Todo e qualquer eletrônico produz calor a partir do seu funcionamento. Alguns produzem mais, outros produzem menos, mas o fato é que todos eles esquentam um pouquinho. Em nossos testes, o Galaxy S4 havia chegado a uma temperatura de 51,7 graus Celsius.

O número é um pouco acima da média dos demais smartphones, mas ainda assim está em um nível seguro no que diz respeito à durabilidade dos componentes. Em geral, eles são preparados para suportar com tranquilidade temperaturas que cheguem até mesmo aos 80 ou 90 graus Celsius.

Para mensurar qual é a energia produzida a partir do calor gerado pelos smartphones, utilizamos um Peltier, uma pastilha térmica que tem como efeito aquecer um dos lados de uma peça, enquanto do outro ela esfria.


Para quem não conhece, Peltier é uma pastilha térmica com um efeito muito interessante. Enquanto de um lado a peça esquenta, do outro ela esfria. O que faz isso acontecer é a corrente elétrica passando continuamente pelos condutores no interior do componente, efeito que causa o diferencial de temperatura entre os dois lados.

O interessante é que, se resfriarmos ou aquecermos os lados do Peltier, ele transforma a energia térmica em energia elétrica. No nosso caso, nós utilizamos os celulares para aquecer o Peltier e ver quanta energia elétrica o calor dos aparelhos pode gerar.

Ligado a um voltímetro, conseguimos mensurar exatamente, em milivolts, qual é a energia gerada pelo calor de cada um dos aparelhos. Esse teste foi realizado em duas partes: primeiro comparando o calor gerado a partir da parte traseira dos celulares e, depois, comparando o calor gerado a partir da tela.
Parte frontal

Na parte frontal, como já era de se esperar, o vencedor foi o Galaxy S4, que gerou 191,6 milivolts. Os demais aparelhos ficaram bem próximos em seus números: o RAZR HD alcançou 64,1 milivolts, contra 63,5 milivolts do Galaxy S3 e 50,4 milivolts do iPhone 5.


Como todos os modelos têm constituição de tela igual, ficou clara a diferença já percebida no teste da manteiga: o Galaxy S4 esquenta um pouco mais e com mais rapidez do que os outros, que ficaram todos em um mesmo patamar.
Parte traseira

Dessa vez, quem venceu a disputa foi o iPhone 5, que atingiu a marca de 148,5 milivolts. O Galaxy S4 ficou em segundo com 122,8 milivolts, seguido pelo RAZR HD, com 103,8 milivolts, e pelo Galaxy S3, com 77,5 milivolts.


Aqui vale uma explicação do motivo da vitória do iPhone 5. Enquanto os demais aparelhos têm a sua traseira de plástico, o iPhone 5 tem a parte traseira feita de alumínio. O alumínio dissipa o calor com mais facilidade do que o plástico e, por conta disso, é natural que mesmo com menos calor haja menos perda nesse quesito.
Essa energia é suficiente?

Entre todos os testes, o pico mais alto de energia alcançado foi de 191,6 milivolts, conseguido pelo Galaxy S4. Apesar de parecer muito calor e muita energia, ela não é suficiente nem para acender um pequeno LED. Para isso, seriam necessários pelo menos 1.800 milivolts — em nossos testes, conseguimos apenas 10% disso.

E, antes de encerrar, vale uma observação: os testes realizados pelo Tecmundo nesse vídeo não têm caráter científico, tratando-se apenas de uma curiosidade divertida que pode ser conferida por qualquer pessoa. Nós realmente não esperamos que você use o seu celular para sair derretendo manteiga por aí.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Xperia Tablet Z será lançado no Brasil em agosto

Aparelho faz parte da gama de dispositivos que estarão disponíveis a partir do segundo semestre deste ano.

Em um evento realizado hoje (28) em São Paulo capital, a Sony anunciou – entre diversos outros produtos que chegarão às lojas no segundo semestre deste ano – que o Tablet Xperia Z finalmente será lançado no Brasil, em meados de agosto. O anúncio foi feito por Ricardo Junqueira, presidente da divisão mobile da Sony Brasil.

Como já havia sido noticiado anteriormente, a companhia já havia disponibilizado o gadget no mundo inteiro, menos em terras tupiniquins.

Relembre as especificações detalhadas do gadget:
  • Processador Qualcomm Snapdragon S4 Pro de 1,5 GHz;
  • 2 GB de memória RAM;
  • 16 GB de armazenamento interno (expansível com cartão microSD);
  • Display TFT LCD de 10,1 polegadas com 1920 x 1200 de resolução e exclusiva tecnologia Mobile BRAVIA Engine 2;
  • Sistema operacional Android 4.1.2 Jelly Bean;
  • Câmera traseira de 8,1 MP e frontal de 2,2 MP (ambas com sensor CMOS Exmor R);
  • WiFi IEEE 802.11a/b/g/n, LTE (4G), Bluetooth 4.0, microUSB, HDMI;
  • Bateria de 6000 mAh;
  • Totalmente à prova d’água, assim como o Xperia Z.
O aparelho ainda não conta com um preço sugerido. Vale ressaltar alguns maiores diferenciais do dispositivo – pesando somente 500 gramas e tendo 6,9 mm de espessura, o produto destaca-se como um dos tablets mais leves e finos do mercado.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Análise: Envy 4, o Ultrabook bonito e ergonômico da HP



Alguns fabricantes não se preocupam em desenvolver Ultrabooks absurdamente finos, como é o caso do Envy 4 da HP. Ele tem exatamente uma polegada (2,54 centímetros) de espessura. Isso pode desagradar alguns usuários, mas traz a vantagem de ser mais resistente e suportar uma bateria de maior capacidade. Esses são pontos cruciais para quem costuma trabalhar em qualquer lugar.

Vamos começar descrevendo o teclado do Envy 4, um dos melhores que vimos até aqui. Por ser um modelo de 14 polegadas, há espaço para teclas maiores e mais espaçadas, melhorando a ergonomia para quem costuma digitar horas a fio. O tamanho delas é ideal e são extremamente suaves e precisas. 

O touchpad, por outro lado, ficou abaixo do esperado. As mesmas 14 polegadas que oferecem espaço para um teclado maior poderiam fazer o mesmo pelo touchpad, mas não: ele é menor do que os que equipam modelos menores como o Samsung Série 5 Ultra, de 13 polegadas. Além disso, a textura dele é estranha e os toques não são tão precisos como gostaríamos, mas pelo menos ele oferece suporte para os atalhos compatíveis com o Windows 8. 


Beats Audio slideshow lupa

Bastante estiloso, o Envy 4 já agrada pela aparência logo que o tiramos da caixa, sendo um dos modelos mais elegantes que vimos aqui no Canaltech lado a lado com o XPS 14 da Dell (outro que não é tão fino assim. Será coincidência?). A retroiluminação das teclas é outro ponto que ajuda na aparência, chamando a atenção em qualquer lugar, seja no escritório ou em uma cafeteria. Aliás, isso é algo que deveria ser padrão de Ultrabooks em qualquer faixa de preços. 

Há muito tempo a HP equipa seus modelos mais avançados com o driver de som Beats Audio, e no Envy 4 não é diferente. Tivemos uma excelente experiência sonora com as duas caixas de som localizadas na parte de cima e um subwoofer na parte de baixo, ao contrário de muitos Ultrabooks que trazem um som abafado e graves muito pouco pronunciados. Quem possui um fone de ouvido Beats Audio ficará contente em saber que ele é otimizado para a marca, proporcionando um som limpo e batidas poderosas. 
Outra coisa que a empresa costuma fazer com seus produtos é enchê-los com uma infinidade de crapwares (ou bloatwares ou mesmo programas completamente inúteis que ninguém quer). Paramos de contar quando passamos de 10 e eles estão em todos os lugares! Da barra de tarefas até a tela inicial do Windows 8 eles estão lá para dar um "oi", além das constantes e irritantes mensagens para registrar o produto. Algumas pessoas não ligam para isso, mas nós achamos muito, mas muito chato. 

O desempenho fica por conta do processador Intel Core i5 de terceira geração, 4 GB de memória RAM e um cache SSD de 32 GB lado a lado com um HD de 500 GB, uma combinação já adotada por muitos fabricantes. É um bom conjunto capaz de fornecer uma boa experiência de uso, mas pela faixa de preços do Envy esperávamos ou um processador Intel Core i7 e 8 GB de memória RAM, ou um disco SSD e não somente 32 GB de cache, ainda mais pela tela não ser sensível ao toque.

Como conexões temos três portas USB, sendo duas 3.0 e uma 2.0, RJ-45 para o cabo de internet (com abertura pouco prática, diga-se de passagem), conexão HDMI, entrada de microfone, saída de fone de ouvido e leitor de cartões múltiplo. Nada de saída de vídeo VGA (D-SUB), que com o passar do tempo vai cada vez mais caindo no esquecimento e dando lugar a produtos mais sofisticados. 

As especificações do Envy 4 dizem que ele aguenta até 9 horas fora da tomada, ponto que é capaz de conquistar muitos usuários. Em nossos testes, realmente ficamos várias horas trabalhando com ele antes de vermos uma mensagem de alerta para procurarmos o carregador (que ainda nem tínhamos tirado da caixa), onde pudemos conferir que ele aguentou cerca de 7 horas e meia com tarefas não tão leves assim. 

Outro ponto que vale a pena mencionar é a tecnologia CoolSense da HP, capaz de deixar o Envy 4 "gelado" mesmo sob grandes demandas de processamento. Essa é uma das vantagens para quem se incomoda em sentir o Ultrabook quente quando pretende fazer alguma tarefa um pouco mais pesada. O sistema foi projetado para deixar a região do teclado e touchpad mais refrigerada, redirecionando o calor para outras partes da máquina que não costumamos encostar durante o uso diário. 

Conclusão 

O HP Envy 4 pode ser encontrado no mercado brasileiro por preços que variam entre R$ 3250 e R$ 3500, dentro do esperado pelo design acima da média mas bastante caro pelas configurações que oferece. Não estamos dizendo que é uma máquina lenta e sim que há bastante margem para crescimento, como por exemplo adicionar um disco SSD, mesmo que de 128 GB, para melhorar bastante a experiência de uso no dia a dia. 8 GB de memória RAM seria muito bom também. 

Quem procura um Ultrabook bonito com um excelente teclado (mas um touchpad não tão legal assim), um sistema de som sofisticado e bateria de longa duração, o Envy 4 é uma escolha certeira. Mas quem procura o melhor modelo dentro da faixa de preços cobrada por ele certamente ficará bastante desapontado. 

Vantagens 
  1. Excelente acabamento 
  2. Teclado retroiluminado bastante confortável para longos períodos de digitação 
  3. Bateria de longa duração 
  4. Som acima da média 
Desvantagens 
  1. Crapwares e mensagens de registro constantes que estragam a experiência de uso 
  2. Touchpad bonito, porém pequeno e básico 
  3. Configuração abaixo do esperado pela faixa de preços 
  4. Tela sem tecnologia sensível ao toque 

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Google apresenta o novo Google Maps






O serviço de mapas será personalizado para cada usuário de acordo com as suas preferências pessoais.

A Google escolheu o I/O deste ano para redesenhar completamente grande parte dos seus serviços. E é claro que a empresa não deixou de fora uma de suas maiores ferramentas, o Google Maps.

O serviço de mapas ganhou um visual completamente remodelado, além de muitos outros recursos. A versão para desktops foi a que mais recebeu novidades. A maior modificação é a personalização completa dos mapas de acordo com as suas preferências, incluindo os seus hábitos na rede social Google Plus.

Visual mais limpo

De acordo com a Google, agora, quanto mais você utiliza o aplicativo, melhor ele fica. Isso acontece porque, a cada busca que você faz, o sistema alimenta o banco de dados com o seu perfil. Se você busca um restaurante, o mapa é modificado e passa a exibir sugestões de outros lugares baseadas nos seus gostos pessoais.

O visual do Google Maps agora está muito mais limpo que antes. Isso porque muitos dos ícones da busca só são exibidos no mapa quando você seleciona um lugar — como um cinema ou restaurante, por exemplo. Além de dar um aspecto mais elegante ao serviço, as buscas devem ficar mais intuitivas.

As buscas também podem retornar fotos dos locais escolhidos, assim como críticas de outros usuários e recomendações (ou não) de determinados lugares. Você pode até mesmo filtrar a busca apenas por locais que já tenham recebido uma recomendação.

Trânsito

Ao selecionar um destino no mapa, é exibido um quadro com os modais de transporte disponíveis até o local, como carro, ônibus, trem, avião, bicicleta ou até mesmo a pé. Ao escolher um desses modelos, as rotas são marcadas automaticamente.

A vantagem é que esse cálculo de rotas leva em conta o horário e outras informações, como o trânsito, permitindo que você compare em tempo real qual dos modais de transporte será mais eficiente. Ao selecionar a opção “avião”, o serviço deve ser integrado automaticamente com o Flight, um serviço de venda de passagens que ainda não está disponível no Brasil.

Para completar, o novo Google Maps passa a ter integração com o Google Earth, permitindo que você visualize diversas cidades em três dimensões.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Viber, app de mensagens instantâneas, agora está também no Mac e PC





O aplicativo de mensagens instantâneas Viber ganhou nesta terça-feira (7) uma nova versão que permite que os usuários do serviço continuem seus bate-papos com amigos através do Mac ou PC, ou seja, a conversa que começou no smartphone pode continuar tranquilamente no computador. 

"O Viber revolucionou o mercado de mensagens grátis e VoIP no celular com um aplicativo popular para as principais plataformas móveis, incluindo Android, iOS, BlackBerry, Windows Phone entre outros. Agora, com o lançamento do Viber Desktop, os usuários têm uma solução fácil de ser usada e sempre disponível para mensagens e chamadas grátis", afirmou a empresa em seu blog oficial.

A versão para desktop do aplicativo traz um visual simples e intuitivo, colocando todos os contatos que também possuem uma conta no Viber na lateral esquerda da tela, garantindo ao usuário uma alternância rápida entre conversas. E em uma janela no canto direito, o usuário terá acesso a toda a conversa e poderá receber fotos, vídeos entre outros conteúdos.

Outro recurso interessante da aplicação para desktop é a possibilidade dos usuários enviarem mensagens e conversas do desktop para o celular e vice-versa, assim você poderá continuar seu bate-papo onde estiver. A empresa também afirma que a ideia não é substituir o aplicativo móvel e que o Viber para smartphones continua sendo seu principal foco. O lançamento ajudará o Viber a concorrer diretamente com o Skype, da Microsoft.

A aplicação do Viber para PC e Mac já está disponível para download gratuito na página oficial do serviço. 

terça-feira, 7 de maio de 2013

Adobe anuncia produção de stylus e régua para uso em tablets






Project Mighty e Napoleon se integram com perfeição à Creative Cloud e são os primeiros hardwares produzidos pela empresa 

A Adobe anunciou nesta segunda-feira, 6, o seu primeiro hardware. A companhia, famosa principalmente pela sua suíte de aplicativos para criação, como o Photoshop, anunciou a produção de dois produtos: a stylus Project Mighty e a régua Napoleon. 

Os aparelhos foram apresentados utilizando um iPad, com o qual eles se conectavam por Bluetooth. Durante a conferência, os dispositivos se mostraram capazes de armazenar configurações e preferências na nuvem e mostraram forte integração com os produtos da Adobe, superando aparelhos de terceiros. 

Por exemplo, é possível guardar temas e paletas de cores do Creative Cloud e configurações de pincéis. Desta forma, estas informações permanecem guardadas, mesmo quando o usuário muda de tablet. O software também reconhece a diferença entre a caneta e o dedo, que pode ser usado para apagar as linhas. 

Já a régua Napoleon funciona como se espera de uma régua, permitindo o desenho de linhas retas com perfeição, mas também possibilitando a criação de arcos. Como nota o TechCrunch, é como ter as velhas e tradicionais ferramentas de desenho, mas adaptadas às mídias digitais. 

Os novos hardwares da Adobe ainda estão em fase de pesquisa e desenvolvimento, no entanto, mas outros aparelhos também devem surgir. Preços do produto final também não foram divulgados.

Confira o vídeo de divulgação para entender melhor o funcionamento:



DICA: Modern.IE e BrowserStack: teste a compatibilidade de seus sites gratuitamente!






Todo programador ou desenvolvedor web tem uma preocupação em comum: compatibilidade de seus códigos com os principais navegadores e plataformas. Pensando em dar uma força a quem precisa adequar seus códigos a um padrão compatível em toda a web, a Microsoft lançou o modern.ie, uma ferramenta interessante que, por meio de uma URL, analisa vários elementos de uma página da web em busca de erros e problemas de compatibilidade com o Internet Explorer.

A ferramenta, que faz uma varredura no código da página e acessa itens de linha por trás de um firewall, verifica breakpoints, otimiza páginas para o navegador e verifica possíveis problemas de compatibilidade entre versões mais recentes e mais antigas do Internet Explorer.

Além do acesso gratuito ao modern.IE, que por si só já sugere melhorias e encontra erros de compatibilidade entre versões do IE, desenvolvedores do mundo todo agora podem acessar o BrowserStack (um dos principais serviços de teste de sites que foi incluído no projeto da Microsoft) gratuitamente, durante os três primeiros meses. Assim, também é possível testar sites em outros navegadores, tanto do Windows quanto do Mac, independentemente da máquina de teste que esteja sendo executada.

A praticidade do serviço vem a calhar, já que facilita a vida dos desenvolvedores no quesito manutenção de máquinas de teste. Portanto, se você quiser testar a compatibilidade de códigos de páginas, basta escolher seu navegador preferido e iniciar os testes com apenas alguns cliques. Fornecida a URL, o modern.ie, em conjunto com o BrowserStack, vasculha todo o código e apresenta erros de compatibilidade em apenas alguns instantes.

A iniciativa da Microsoft facilita a criação de experiências inovadoras na Web atual, seguindo os padrões mais modernos, como HTML5 e CSS3, a fim de evitar problemas de compatibilidade entre códigos e navegadores. Quer testar e programar seu site de uma maneira muito mais prática? É só acessar o site do modern.ie e fazer a a verificação gratuitamente.


sexta-feira, 3 de maio de 2013

FairSearch: o grupo que quer acabar com o Google





Conheça a seleção de empresas especializadas em denunciar e manchar a imagem do site de buscas.

Não é fácil viver na internet sem os serviços da Google. Há alguns anos, essa gigante da tecnologia passou de um site de buscas para uma corporação que lida com vídeos, imagens, compras, viagens, gadgets e muito mais. Mas, se você acha isso ruim, imagine como se sentem os concorrentes.

Fora essa onipresença, as empresas que brigam por espaço no mercado contra a Google questionam o funcionamento dos algoritmos utilizados pelo sistema de buscas para ordenar as páginas de resultados. Recentemente, a companhia vem sendo acusada de monopólio, pois ela favoreceria os próprios serviços na hora de destacar os melhores sites.


Nenhuma condenação pesada nessa área já tirou dinheiro ou influência da Google, mas a lista de inimigos não para de crescer. E para conseguir melhores resultados, alguns deles montaram o FairSearch, uma espécie de supergrupo que promete confrontos épicos contra o rival.

Por um mundo mais justo

De acordo com o próprio site, o FairSearch é “um conglomerado de organizações que busca crescimento econômico, inovação e possibilidade de escolha na internet ao promover e defender a competição em buscas online e mobile”.

Em outras palavras, o grupo é uma liga de vigilantes que fica de olho em eventuais falcatruas cometidas por empresas que querem levar vantagem na área de pesquisas na internet. As palavras-chave que descrevem o objetivo do grupo são “transparência” e “inovação” – ou seja, para eles, é melhor que exista um alto número de concorrentes honestos no mercado do que poucos rivais, porém que jogam sujo.

Mas o site do grupo deixa claro quem é o grande alvo – e que a perseguição é muito mais pesada do que a sugerida pela descrição da organização. É só analisar as duas postagens mais recentes na página: uma compilação de declarações do cofundador da Google, Eric Schmidt, assumindo a manipulação de resultados, e uma apresentação de slides com todas as acusações contra a empresa ao longo dos últimos anos.
Montando o time dos sonhos

Fundado em 26 de outubro de 2010, o FairSearch é atualmente composto por 17 empresas: os sites de viagem TripAdvisor, Hotwire, Kayak, Expedia e SideStep; as páginas de comércio online Foundem, ShopCity.com, Twenga, Buscapé, TheFind e Allegro; as organizações LEVEL...com, adMarketplace e TravelTech; e as gigantes Oracle, Nokia e Microsoft, que aderiram mais recentemente ao movimento.

Cada um dos membros do FairSearch tem um motivo para querer o Google fora da jogada – ou ao menos vê-lo enfraquecido. O Buscapé, por exemplo, até já processou a rival exigindo igualdade de competição por causa do Google Shopping. Para a Microsoft, as vantagens são ainda maiores: atacar um concorrente sem utilizar o próprio nome, já que as declarações partem do conglomerado.

A crítica mais recente, por exemplo, envolve uma denúncia à União Europeia sobre privacidade e o monopólio da Google no mercado de dispositivos móveis. O Android foi acusado de “ser um cavalo de troia”, já que obriga você a contar com aplicativos da empresa, e de “fazer distribuição predatória” do sistema operacional, com a venda massiva de smartphones de baixo custo.
Quem disse que seria fácil?

Se não falta vontade por parte do FairSearch para derrubar o Google, não se pode dizer o mesmo do público-alvo da organização – ou seja, todo o resto da internet. Até o momento, apesar de lutar para levar a guerra contra a empresa para um nível mundial, o grupo não obteve resultados expressivos, pecando principalmente em popularidade.

A conta do FairSearch no Twitter tem menos de 950 seguidores. Os dois vídeos postados no YouTube foram vistos menos de 2 mil vezes. Só a página do Facebook teve relativo sucesso, com mais de 4 mil curtidas – mas o mural é ofuscado por uma mensagem recente de um sujeito que pergunta “se essa porcaria ainda existe”.

Além disso, o conteúdo das acusações volta e meia é questionado. Quem garante que o discurso é realmente válido, e não apenas um ataque gratuito da Microsoft, por exemplo? Críticos ainda afirmam que, em vez de gastar tanto tempo buscando esse combate, a organização deveria se preocupar mais em criar produtos de qualidade para competir de igual para igual contra a Google.

Os ataques exagerados e muitas vezes superficiais também não são vistos com bons olhos – há quem acredite que o FairSearch, em vez de prestar um serviço à comunidade virtual, está só atirando para todos os lados sem pensar, só esperando que um argumento funcione.

Apesar das dificuldades enfrentadas, o FairSearch não vai parar enquanto não presenciar o enfraquecimento da Google. A questão é se isso algum dia realmente vai acontecer, já que o império do buscador parece cada vez mais consolidado na internet.

Ou pior: será que as companhias que formam o conglomerado não tomariam atitudes semelhantes (ou ainda piores) se estivessem no poder?