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sexta-feira, 14 de junho de 2013

100% dos sites têm problemas para compras online via mobile, aponta estudo

Experiência de compra ruim aumenta as chances de que os consumidores desistam de adquirir um produto.

Uma pesquisa realizada pela F/Radar revela que 41 milhões de brasileiros já têm acesso à internet via dispositivos móveis. Entre esses, pelo menos 2,5 milhões de pessoas possuem o hábito de realizar compras via tablet ou smartphone.

Pensando nisso, o deviceLab colocou em prática uma metodologia para avaliar os principais sites de compras brasileiros quando o assunto é adquirir um produto via mobile. Os resultados do estudo mostraram que 100% dos participantes da pesquisa apresentaram algum tipo de erro que tornava inviável a compra.

“O e-commerce brasileiro vive um momento especial, crescendo acima dos 20% ano a ano e com os tablets e smartphones as possibilidades de crescer ainda mais são muito grandes”, afirma Leandro Ginane, fundador do deviceLab.
Metodologia da pesquisa

Para chegar a essa conclusão, a pesquisa levou em consideração critérios como performance, compatibilidade e usabilidade. Para isso, foram realizados mais de 1,7 mil testes nas principais lojas virtuais do país, que juntas representam 80% do faturamento do mercado nacional.

Os sistemas operacionais usados no estudo foram os seguintes: Android (versões 3.2.2, 4.0.3 e 4.0.4), iOS (versões 5 e 6) e Windows Phone. Já os aparelhos escolhidos para os testes foram os seguintes: Samsung Galaxy Tab (7 e 10 polegadas), iPad (2 e 3), iPhone (4S e 5), Samsung Galaxy (S3 e S2) e Nokia Lumia 800.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Novas regras para o comércio eletrônico entram em vigor nesta terça-feira






Apresentadas em março deste ano pela presidente Dilma Rousseff, as novas regras para o comércio eletrônico brasileiro entram em vigor nesta terça-feira (14). As mudanças, que passam a ser obrigatórias para as empresas de e-commerce, visam defender os direitos dos consumidores brasileiros nas compras efetuadas pela internet. O comércio eletrônico é um dos setores que mais cresce no país e ainda não possuía uma regulamentação definida.

Com base nas novas regras, todas as empresas de comércio eletrônico deverão disponibilizar em suas páginas canais de comunicação e serviços de pós-venda como SACs (Serviço de Atendimento ao Consumidor) e de gerenciamento de entrega de mercadorias. As empresas deverão informar endereço físico e outras formas de contato aos consumidores; identificar e discriminar do valor do produto quaisquer taxas adicionais de serviços como, por exemplo, taxas de entrega; apresentar descrição completa e detalhada dos produtos, e também deverão garantir o direito de arrependimento do consumidor, como previsto no Código de Defesa do Consumidor, no qual o cliente poderá desistir da compra de mercadorias mesmo depois de finalizada, em um prazo de sete dias úteis.

No caso dos sites de compras coletivas, as novas regras determinam que as empresas devem apresentar descrições completas sobre as ofertas e informar aos consumidores qual o número de vendas previsto para que o contrato seja cumprido e o serviço possa ser usufruído por seu comprador, bem como a informação sobre a data limite para uso da oferta e a identificação do fornecedor do produto.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Nova plataforma permite montagem gratuita de lojas de e-commerce



Das dezenas de oportunidades de empreendimento que surgem na Internet atualmente, o e-commerce é uma das que mais se destaca. Com cada vez mais pessoas procurando por produtos customizados e exclusivos, o comércio online se torna uma vantagem para os dois lados: para o consumidor, não há lugar melhor que a Internet para encontrar exatamente o produto que procura; e para o vendedor, a web continua sendo uma das melhores formas de divulgar um produto raro ou exclusivo.

eCommerceDe acordo com o e-bit, site que avalia a satisfação de consumidores em suas compras online, as vendas no comércio eletrônico brasileiro devem atingir R$ 28 bilhões neste ano, um aumento de 24% em relação a 2012. O número de consumidores virtuais também deve saltar, superando a marca de 50 milhões de pessoas. Aproveitando o cenário positivo, foi lançada nesta quinta-feira (03) a Loja Integrada, que nada mais é que uma nova plataforma de comercio eletrônico que promete ajudar o micro e o pequeno lojista a montar seu negócio online de graça e sem muita complicação.

Criada pelos mesmo desenvolvedores da plataforma de lojas virtuais de grande porte Nixus, a Loja Integrada pode ser considerada a "irmã caçula" da família, e seu site dispensa o planejamento complexo de iniciativas que a outra plataforma exige. "Ele é todo 'faça você mesmo'. Sem exagero, em cinco minutos você cria uma loja virtual", conta Adriano Caetano, diretor da Loja Integrada.

São cinco planos diferentes para montar a loja, que variam de gratuito (que permite até mil visitantes por mês e 50 produtos na loja) até pelo custo de R$ 359,00 mensais (que permite até 36 mil visitantes e mil produtos na estante virtual). Em todos os planos, o valor cobrado mensalmente é fixo e não há cobrança de nenhuma comissão sobre os resultados de vendas.
Após se cadastrar no serviço, o empresário poderá registrar o domínio de sua loja, escolher entre diferentes layouts para a página, além de gerenciar todo o design e os produtos vendidos no site. As lojas registradas na plataforma também ficam integradas a ferramentas de divulgação online e de busca, como Facebook e Buscapé, além de terem suporte para pagamentos por diversos meios, como cartão de crédito, cartão de débito online, Paypal e boleto.

"A gente liberou a versão beta há mais ou menos três meses e estamos com cerca de 2,3 mil lojas cadastradas", afirma Caetano. A expectativa de crescimento da plataforma não é baixa, e tem como meta atingir a marca de 70 mil lojas ainda nos dois primeiros anos de atividade.
E tal expectativa não parece exagerada. Segundo uma pesquisa da Nielsen Company, 35,5% de aproximadamente 4 mil empresários entrevistados na Argentina, Brasil, México, Venezuela, Peru, Uruguai, Chile e Colômbia consideraram que o consumo online crescerá, sendo que 77% deles apontam a internet como o canal mais rentável.