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segunda-feira, 10 de junho de 2013

Carregador de bateria pode infectar iPhone com vírus

Pesquisadores criaram método tão eficiente que faz aplicação maliciosa ficar escondida no aparelho

Pesquisadores desenvolveram um método de ataque a dispositivos com iOS que possibilita a invasão por meio de um carregador de bateria. O esquema é tão eficiente que um malware pode ser instalado sem que seja notado.

Billy Lau, Yeongjin Jang e Chengyu Song, do Instituto de Tecnologia da Georgia, montaram um carregador chamado Mactans, com base no BeagleBoard - um hardware livre simples e barato. Ele não se parece em nada com o carregador oficial do iPhone, mas provavelmente não causaria suspeitas se estivesse disponível para uso público num aeroporto, por exemplo.

Basta conectar o carregador ao aparelho por um minuto e o programa malicioso é instalado. Em testes, os pesquisadores conseguiram passar pela segurança do iOS, mesmo na versão mais recente do sistema e sem jailbreak.

Para comprovar a eficácia do método, eles ainda esconderam a aplicação, que passou a rodar anonimamente nos dispositivos como se fosse um software produzido pela Apple.

A técnica será apresentada durante a conferência de segurança Black Hat, que acontece entre 27 de julho e 1º de agosto, em Las Vegas, EUA. 

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Erro 404: do que sentimos falta dos anos 90?

Os video games não funcionam mais com cartuchos e as fitas de músicas ficaram no passado. O que ainda nos resta?

Foi-se o tempo em que os adolescentes apaixonados precisavam esperar por horas na frente dos rádios, esperando o momento exato em que “aquela canção especial” fosse tocar para poder ser gravada. Foi-se o tempo dos cartuchos sendo assoprados para que os games pudessem rodar. Foi-se o tempo do “devolva rebobinado”.

Tudo isso é passado, e para alguns de vocês pode ser apenas algo que seus pais diziam. Mas será que sobrou alguma coisa da década de 1990? Mais do que isso... Se a tecnologia que temos atualmente é tão superior, por que sentimos falta dos equipamentos que utilizávamos há 15 ou 20 anos? Nós não vamos responder isso, mas vai ser divertido relembrar o passado. Confira agora mesmo:

“Toca aquela do Xororó”

Hoje em dia, garoto apaixonado manda vídeo de funk do YouTube. Até o final da década de 1990, isso era bem diferente. Eram duas as possibilidades de dedicar uma música para a amada — e você pode ter a certeza de que nenhuma delas era simples de ser realizada. Ou o jovem conseguia ligar para a rádio mais tocada da cidade e pedia a música ao vivo ou ele criava umamixtape.

No primeiro caso, era necessário seguir alguns passos: discar para a rádio, conseguir linha com o apresentador que estava ao vivo, pedir a música, torcer para ela existir no catálogo, torcer para ele entender o nome das pessoas envolvidas e, por fim, esperar que a garota também estivesse com o rádio com a emissora em questão sintonizada.

Quando falamos da segunda possibilidade, precisamos nos lembrar de mais uma série de dificuldades. As fitas de rádio não eram muito baratas, as rádios tocavam as músicas na hora em que bem entendiam, as gravações raramente saíam com boa qualidade e, caso todo o universo conspirasse para facilitar a gravação da fita, você dificilmente teria coragem de entregá-la no intervalo da aula de educação física.

Uma saudade: assoprar a fita!

Façamos uma rápida comparação. Quanto tempo levava para você começar a jogar uma partida de futebol do game International Superstar Soccer Deluxe? E quanto tempo você demora para começar uma partida de FIFA 13? A diferença é mesmo gritante, pois os dois processos (apesar de parecerem semelhantes) são completamente diferentes.

No primeiro exemplo, tudo o que alguém precisava fazer era: encaixar o cartucho, ligar o video game, apertar “Start” para pular para o menu, apertar o botão “A” duas vezes e escolher um time. Já no segundo, é preciso ligar o video game, colocar o disco, escolher o jogo no menu, esperar o carregamento, assistir às apresentações, esperar mais carregamento, apertar o botão zzzzzzzz...

Pois é! Os anos 90 levaram embora as fitas de video game. Não existem mais cartuchos. Hoje é tudo por discos ou mídias digitais. O que isso significa? “Mais qualidade de imagens, jogos muito mais complexos e histórias com recursos incríveis” é o que responde o jovem que ainda não viveu e pensa que a vida se resume a efeitos visuais.

A grande verdade, jovens, é diferente... O que realmente faz falta é a facilidade de consertar qualquer problema dos video games com um simples “assoprão”. Pois é: era só assoprar a fita que tudo se resolvia. Isso vale desde jogos travados até imagem ruim. Havia até rumores de que assoprar a fita pode até “trazer o amor em três dias”.
Fita de vídeo? Isso existe?

Quem quer assistir a algum filme geralmente opta por uma das seguintes opções: streaming, DVD, Blu-ray ou cinema. Mas antes do início dos anos 2000, a mídia mais difundida era a fita VHS. Atualmente, há poucas pessoas que ainda utilizam vídeos desse tipo. Tirando aquelas que realmente colecionam VHS, somente os pais que filmaram seus filhos na infância guardam os aparelhos.

Segundo o Departamento Austríaco de Medicina Ortopédica da Coluna, 40% dos casos de cifose ou escoliose juvenil dos anos 90 tinham as fitas VHS como principal causa. O presidente da instituição explica: “Com as locadoras fazendo promoções para que todos levassem mais de uma fita para casa, as mochilas ficavam muito pesadas e acabavam causando problemas para os clientes”.

E não eram só as colunas que eram prejudicadas. Os bolsos também sofriam bastante. Não pelo preço do aluguel de um filme ou dois, mas pela multa que os clientes eram obrigados a pagar a cada vez que se esqueciam de rebobinar uma fita. Não que fosse difícil, mas demorava em alguns casos.

Trívia: se hoje em dia é superdivertido ter um computador com DUAS PLACAS DE VÍDEO, naqueles tempos a grande coisa era ter aparelhos de vídeo com QUATRO... cabeças.

Discos de vinil

Sejamos sinceros, no começo dos anos 90 eles já estavam sendo abandonados. Mas o redator deste artigo coleciona LPs antigos e quis falar sobre isso porque adora falar sobre isso.
.....

Atenção: este artigo tem como objetivo trazer um texto divertido aos leitores do site. Algumas das informações publicadas aqui são fictícias, ou seja, não correspondem à realidade. Leia mais em:http://www.tecmundo.com.br/erro-404/40569-erro-404-do-que-sentimos-falta-dos-anos-90-.htm#ixzz2VWy8zbXx

ASUS exibe novo drive externo Vari Drive

Dispositivo acrescenta drive de DVD e entradas USB, HDMI e VGA em ultrabooks e notebooks.

Com ultrabooks e notebooks cada vez mais leves e finos, muitas vezes as empresas optam por retirar dos produtos os drives de CD, DVD e Blu-ray ou até mesmo algumas entradas, como USB e HDMI. Contudo, em algum momento você pode precisar de algumas dessas soluções.

Para quem não quer abrir mão da mobilidade, mas também precisa ter algumas soluções sempre à mão, a ASUS está apresentando na Computex 2013 um dispositivo chamado Vari Drive, uma espécie de drive externo que pode ser conectado via USB.

Leve e fácil de se transportado, sua base é rotatório, podendo transformá-lo em uma espécie de pedestal enquanto em uso ou em um drive convencional na hora de transportar. O modelo é leitor e gravador de DVD e inclui saídas VGA, HDMI, Ethernet e 3 entradas USB.

Computador de papelão é premiado na Computex

Produto que tem design considerado inovador chega ao mercado neste ano

Um dos destaques da Computex 2013, maior feira de tecnologia da Ásia, foi um computador feito com partes em papelão reciclado.

O APC Paper saiu vencedor do prêmio d&i (design e inovação), promovido pela TAITRA (Taiwan External Trade Council), organizadora da Computex.

A inovação, no caso, é a carcaça do computador, que tem seus 17 cm x 8 cm embalados pelo papelão. O pacote todo integra memória, armazenamento e outros recursos voltados ao consumidor final. E ele pode ser ligado à TV ou ao monitor.

O sistema conta com um Android 4.0 customizado para aceitação de teclado e mouse, além de vir com navegador e vários aplicativos pré-instalados.

Segundo Richard Brown, vice-presidente de Marketing Internacional da Via Technologies (que criou o computador), o produto estará disponível ainda no terceiro trimestre de 2013.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Como limpar e acelerar o Android

O nível de sofisticação alcançado por nossos smartphones fez com que eles se tornassem um acessório indispensável em nossas vidas. Nada como poder parar no meio da rua e conferir um post no Facebook ou responder um e-mail sem precisar ir até um café que tenha Wifi. Porém, como tudo na vida, há um lado negativo: precisamos limpar nossos smartphones de tempos em tempos e deletar alguns apps para que eles funcionem sempre a todo vapor.

A verdade é que smartphones são como PCs (o que é mais verdade em mais aspectos cada dia que passa) e precisam de uma limpeza de tempos em tempos. Da mesma forma que o Windows fica insuportavelmente quando a unidade C: está ficando cheia, o Android se mostra bastante lento quando há pouco espaço em disco e o desempenho começa a ficar prejudicado mesmo antes de começarmos a receber mensagens de alerta sobre o pouco espaço disponível. Então, mãos à obra!

Primeiro passo: backup

Antes de começar recomendamos fortemente fazer um backup de suas fotos e vídeos. Ao contrário do que acontece com músicas e aplicativos, os momentos que registramos não podem ser recuperados, então montamos um artigo específico de como fazer isso de forma automática. Precaução nunca é demais e demorará somente alguns minutos. Depois de terminar, deletar alguns desses arquivos que já estão armazenados em um local seguro já remove uma boa quantidade de dados do seu smartphone.


Regra dos 90 dias

Quando começarmos a utilizar o Android instalamos uma boa quantidade de aplicativos e rapidamente lotamos a memória interna, e então entra em ação uma variação da regra de ouro de Ted Mosby do seriado How I Met Your Mother: se não utilizou o app dentro de 90 dias, delete-o. Alguns programas nós nos acostumamos e utilizamos com bastante frequência, em geral os mais famosos como Evernote e Dropbox, mas outros nós baixamos por impulso e ficam somente ocupando espaço na tela inicial.


Jogos são bons exemplos. Alguns deles jogamos umas três vezes e depois esquecemos que eles existem, apesar de continuarem ocupando espaço e recebendo atualizações automáticas. Por que 90 dias? Bem, o intervalo é basicamente arbitrário. Qualquer aplicativo que não é utilizado há algum tempo e não pretendemos utilizá-lo no futuro está apto a ir para o lixo.

Cache

Alguns aplicativos não são grandes, mas com os arquivos cache, utilizados para acelerar a velocidade do dispositivo, podem ocupar espaços alarmantes. Em geral os navegadores possuem um cache considerável. Na imagem abaixo, por exemplo, o Google Chrome ocupa humildes 40 e poucos megabytes, mas possui um cache de 132 MB. É importante limpar o cache de alguns aplicativos específicos de tempos em tempos, ganhando centenas de megabytes sem eliminar um software sequer. 


Para acessar o cache dos aplicativos vá até "Configurações" e depois em "Aplicativos", selecionando os que consomem mais dados. Se não quiser passar pelo processo tedioso de limpar um cache por vez, recomendamos o Clean Master, capaz de fazer isso de uma vez só.
Mova o que puder para o cartão SD

Alguns aplicativos podem ser movidos para o cartão SD sem que isso interfira no seu funcionamento. Alguns programas, como o App2SD, mostram uma lista de quais podem ser movidos ou não. Não é permitido mover programas pré-instalados para o cartão externo, mas com alguns jogos ultrapassando facilmente 1GB de dados extras, essa passa a ser uma excelente opção para vários deles.


Atualizações

Aplicativos podem ser facilmente configurados para atualizarem automaticamente, e o mesmo deve ser feito com o Android. Grande parte dos modelos atuais são atualizados via OTA (Over The Air), necessitando somente de uma conexão com a internet. O motivo? Em nosso review sobre o Samsung Galaxy S4 mostramos que embora ele seja um aparelho de 16 GB, somente 8 GB ficam disponíveis para o usuário, algo que irritou tanto os usuários que a empresa prometeu diminuir o consumo o mais rápido possível.



Se tudo isso não der certo: Root

Temos um artigo dedicado sobre Root, técnica que desbloqueia o smartphone das limitações do fabricante e permite a remoção daqueles aplicativos inúteis que são pré-instalados (não são todos, mas é a maioria). Em um mundo ideal poderíamos fazer isso sem precisar desbloquear o smartphone, mas como se trata de um processo não certificado pelo fabricante, recomendamos muito cuidado. Alguns apps são essenciais para o funcionamento do sistema.


quarta-feira, 29 de maio de 2013

Vírus que ataca pelo Skype agora envia mensagens em português

Programa malicioso vem se disseminando desde a semana passada; estima-se que já tenha afetado mais de 300 mil pessoas

Depois da aposentadoria do Messenger, o Skype ganha destaque entre os cibercriminosos. Segundo a empresa de segurança Kaspersky, um programa malicioso identificado na semana passada no comunicador passa a se propagar com mensagens em português.

“O tema pode variar, mas sempre irá se referir a uma suposta foto. Para tornar a mensagem menos suspeita, os links poderão ter no final o ID da conta do usuário no Skype, seguido de um emoticon", explica o analista sênior Fábio Assolini.

Além da mensagem original “esta é uma foto muito legal da sua parte”, outra frase trazida pela nova versão é “você olhar hilariante nesta foto”, num português mal escrito. Para identificar o idioma que será usado na disseminação do golpe, o worm usa função que determina a localização da vítima e, baseado em uma lista de países que agora indica o nome do Brasil, define a mensagem.

Os links encurtados enviados pelos perfis infectados direcionam para arquivos hospedados em serviços gratuitos de hospedagem, como o 4shared, Hotfile, ou até mesmo sites legítimos que foram comprometidos e passaram a hospedar o instalador do worm, sempre oferecido em um arquivo .zip. 

Depois de instalado, o vírus solicita ao usuário a permissão para usar o Skype. Quando infectado, o computador passa a ser controlado por cibercriminosos, baixando outras pragas, especialmente bots, que terão a função de enviar spam, realizar ataques de negação de serviço, etc.

De acordo com a empresa de segurança, o alcance do worm tem sido global, com foco na Rússia, Alemanha, Polônia, Ucrânia e, mais recentemente, no Brasil. Na semana passada, falava-se em 300 mil pessoas atingidas.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Relatório mostra queda no índice de satisfação dos clientes com a Microsoft

Desde que a Microsoft apresentou ao mundo seu mais recente sistema operacional, o Windows 8, muitas queixas sobre a mudança radical no software têm sido ouvidas por aí. Tendo isso em vista, o resultado do relatório ACSI (índice norte-americano de satisfação do cliente) não foi uma grande surpresa.

De acordo com o ACSI referente ao mês de maio de 2013, a satisfação dos clientes com a empresa de Redmond caiu. Embora a Microsoft tenha visto seu índice de satisfação cair para 74 pontos (de um total de 100), ele ainda ficou um ponto mais alto do que em 2006, após o lançamento do Windows Vista. A empresa atingiu um pico de 78 pontos no índice em 2011, antes do lançamento do Windows 8Beta, e caiu para 75 em 2012.


Esses números nos fazem pensar se o Windows 8 pode ser visto como um grande desapontamento, como foi o caso do Windows Vista. Além disso, será que esses números podem subir após a atualização 8.1 que deve ser lançada ainda em 2013?

Também de acordo com o mesmo relatório, a satisfação em relação a todos os softwares caiu o mesmo 1,3% da Microsoft. Isso talvez possa significar que os consumidores não estão desapontados com o Windows em si, na verdade pode haver uma decepção com a falta de inovação na área de softwares como um todo.

Xperia Tablet Z será lançado no Brasil em agosto

Aparelho faz parte da gama de dispositivos que estarão disponíveis a partir do segundo semestre deste ano.

Em um evento realizado hoje (28) em São Paulo capital, a Sony anunciou – entre diversos outros produtos que chegarão às lojas no segundo semestre deste ano – que o Tablet Xperia Z finalmente será lançado no Brasil, em meados de agosto. O anúncio foi feito por Ricardo Junqueira, presidente da divisão mobile da Sony Brasil.

Como já havia sido noticiado anteriormente, a companhia já havia disponibilizado o gadget no mundo inteiro, menos em terras tupiniquins.

Relembre as especificações detalhadas do gadget:
  • Processador Qualcomm Snapdragon S4 Pro de 1,5 GHz;
  • 2 GB de memória RAM;
  • 16 GB de armazenamento interno (expansível com cartão microSD);
  • Display TFT LCD de 10,1 polegadas com 1920 x 1200 de resolução e exclusiva tecnologia Mobile BRAVIA Engine 2;
  • Sistema operacional Android 4.1.2 Jelly Bean;
  • Câmera traseira de 8,1 MP e frontal de 2,2 MP (ambas com sensor CMOS Exmor R);
  • WiFi IEEE 802.11a/b/g/n, LTE (4G), Bluetooth 4.0, microUSB, HDMI;
  • Bateria de 6000 mAh;
  • Totalmente à prova d’água, assim como o Xperia Z.
O aparelho ainda não conta com um preço sugerido. Vale ressaltar alguns maiores diferenciais do dispositivo – pesando somente 500 gramas e tendo 6,9 mm de espessura, o produto destaca-se como um dos tablets mais leves e finos do mercado.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

5 máquinas de cartão e apps para seu celular receber pagamentos

Dispositivos e aplicativos eliminam a necessidade de uma máquina de cartão comum ou aluguel do equipamento.

Muitos comerciantes e autônomos costumam rejeitar pagamentos com cartão de crédito por conta das taxas cobradas em cada transação e do aluguel de maquininhas que eles precisam pagar. Entretanto, essa prática pode cair em desuso caso alguma dessas formas de pagamento que vamos descrever se popularize.

Como já publicamos no início deste ano, alguns leitores de tarjas magnéticas portáteis entraram no mercado brasileiro. Eles se conecta a aparelhos Android e iOS e facilitam a vida de quem precisa receber pagamentos com cartões com alguma frequência. Fora esses dispositivos, existem também alguns apps que fazem o mesmo serviço sem a necessidade de usar qualquer aparelho. Elencamos quatro opções que podem facilitar a sua rotina de trabalho.

1. PagCom

Iniciando suas operações em fevereiro deste ano, o PagCom vende um pequeno leitor de tarjas magnéticas que permite ler cartões de crédito e, junto com um aplicativo no smartphone, é possível aceitar pagamentos através da internet. Com ele, você consegue até registrar a assinatura do cliente na tela do aparelho e mandar o comprovante para o email dele. Essa plataforma está disponível para Android e iOS e conta com outras máquinas portáteis que também aceitam débito, mas são mais caras. 


Funcionando basicamente da mesma forma que o dispositivo anterior. O PagSeguro UOL conta com um pequeno aparelho que se conecta à entrada para fones de ouvido do dispositivo Android ou iOS. Depois de instalar o app do serviço no smartphone, você liga sua conexão com a internet e pode aceitar pagamentos no crédito da mesma forma que o PagCom.

3. UniPay

Este outro item é simplesmente um aplicativo para smartphones Android, Windows Phone e iOS que permite receber pagamentos pelo celular. Como aqui não existe o leitor de cartões, você precisa digitar o número do cartão de crédito do seu cliente e seguir com os demais passos enquanto está conectado à internet. 

4. PagPop

Este é outro aplicativo para Android e iOS que permite fazer praticamente a mesma coisa que o item anterior. Nesta ferramenta não é preciso usar ou comprar o leitor de cartões, mas, por isso, é necessário digitar os números dos cartões. Além do smartphone, essa plataforma pode ser usada através de uma ligação telefônica ou pelo navegador no seu computador. 


Existem ainda outras formas de receber pagamentos por celular não atreladas ao uso de apps ou equipamentos. A operadora Vivo, em parceria com a PayPal, por exemplo, também oferece um serviço parecido que não precisa de uma conexão com a internet. Dessa forma, não interessa se você possui um Android, iOS ou um Nokia 2112, pois isso funciona por códigos USSD/SMS.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Análise: Envy 4, o Ultrabook bonito e ergonômico da HP



Alguns fabricantes não se preocupam em desenvolver Ultrabooks absurdamente finos, como é o caso do Envy 4 da HP. Ele tem exatamente uma polegada (2,54 centímetros) de espessura. Isso pode desagradar alguns usuários, mas traz a vantagem de ser mais resistente e suportar uma bateria de maior capacidade. Esses são pontos cruciais para quem costuma trabalhar em qualquer lugar.

Vamos começar descrevendo o teclado do Envy 4, um dos melhores que vimos até aqui. Por ser um modelo de 14 polegadas, há espaço para teclas maiores e mais espaçadas, melhorando a ergonomia para quem costuma digitar horas a fio. O tamanho delas é ideal e são extremamente suaves e precisas. 

O touchpad, por outro lado, ficou abaixo do esperado. As mesmas 14 polegadas que oferecem espaço para um teclado maior poderiam fazer o mesmo pelo touchpad, mas não: ele é menor do que os que equipam modelos menores como o Samsung Série 5 Ultra, de 13 polegadas. Além disso, a textura dele é estranha e os toques não são tão precisos como gostaríamos, mas pelo menos ele oferece suporte para os atalhos compatíveis com o Windows 8. 


Beats Audio slideshow lupa

Bastante estiloso, o Envy 4 já agrada pela aparência logo que o tiramos da caixa, sendo um dos modelos mais elegantes que vimos aqui no Canaltech lado a lado com o XPS 14 da Dell (outro que não é tão fino assim. Será coincidência?). A retroiluminação das teclas é outro ponto que ajuda na aparência, chamando a atenção em qualquer lugar, seja no escritório ou em uma cafeteria. Aliás, isso é algo que deveria ser padrão de Ultrabooks em qualquer faixa de preços. 

Há muito tempo a HP equipa seus modelos mais avançados com o driver de som Beats Audio, e no Envy 4 não é diferente. Tivemos uma excelente experiência sonora com as duas caixas de som localizadas na parte de cima e um subwoofer na parte de baixo, ao contrário de muitos Ultrabooks que trazem um som abafado e graves muito pouco pronunciados. Quem possui um fone de ouvido Beats Audio ficará contente em saber que ele é otimizado para a marca, proporcionando um som limpo e batidas poderosas. 
Outra coisa que a empresa costuma fazer com seus produtos é enchê-los com uma infinidade de crapwares (ou bloatwares ou mesmo programas completamente inúteis que ninguém quer). Paramos de contar quando passamos de 10 e eles estão em todos os lugares! Da barra de tarefas até a tela inicial do Windows 8 eles estão lá para dar um "oi", além das constantes e irritantes mensagens para registrar o produto. Algumas pessoas não ligam para isso, mas nós achamos muito, mas muito chato. 

O desempenho fica por conta do processador Intel Core i5 de terceira geração, 4 GB de memória RAM e um cache SSD de 32 GB lado a lado com um HD de 500 GB, uma combinação já adotada por muitos fabricantes. É um bom conjunto capaz de fornecer uma boa experiência de uso, mas pela faixa de preços do Envy esperávamos ou um processador Intel Core i7 e 8 GB de memória RAM, ou um disco SSD e não somente 32 GB de cache, ainda mais pela tela não ser sensível ao toque.

Como conexões temos três portas USB, sendo duas 3.0 e uma 2.0, RJ-45 para o cabo de internet (com abertura pouco prática, diga-se de passagem), conexão HDMI, entrada de microfone, saída de fone de ouvido e leitor de cartões múltiplo. Nada de saída de vídeo VGA (D-SUB), que com o passar do tempo vai cada vez mais caindo no esquecimento e dando lugar a produtos mais sofisticados. 

As especificações do Envy 4 dizem que ele aguenta até 9 horas fora da tomada, ponto que é capaz de conquistar muitos usuários. Em nossos testes, realmente ficamos várias horas trabalhando com ele antes de vermos uma mensagem de alerta para procurarmos o carregador (que ainda nem tínhamos tirado da caixa), onde pudemos conferir que ele aguentou cerca de 7 horas e meia com tarefas não tão leves assim. 

Outro ponto que vale a pena mencionar é a tecnologia CoolSense da HP, capaz de deixar o Envy 4 "gelado" mesmo sob grandes demandas de processamento. Essa é uma das vantagens para quem se incomoda em sentir o Ultrabook quente quando pretende fazer alguma tarefa um pouco mais pesada. O sistema foi projetado para deixar a região do teclado e touchpad mais refrigerada, redirecionando o calor para outras partes da máquina que não costumamos encostar durante o uso diário. 

Conclusão 

O HP Envy 4 pode ser encontrado no mercado brasileiro por preços que variam entre R$ 3250 e R$ 3500, dentro do esperado pelo design acima da média mas bastante caro pelas configurações que oferece. Não estamos dizendo que é uma máquina lenta e sim que há bastante margem para crescimento, como por exemplo adicionar um disco SSD, mesmo que de 128 GB, para melhorar bastante a experiência de uso no dia a dia. 8 GB de memória RAM seria muito bom também. 

Quem procura um Ultrabook bonito com um excelente teclado (mas um touchpad não tão legal assim), um sistema de som sofisticado e bateria de longa duração, o Envy 4 é uma escolha certeira. Mas quem procura o melhor modelo dentro da faixa de preços cobrada por ele certamente ficará bastante desapontado. 

Vantagens 
  1. Excelente acabamento 
  2. Teclado retroiluminado bastante confortável para longos períodos de digitação 
  3. Bateria de longa duração 
  4. Som acima da média 
Desvantagens 
  1. Crapwares e mensagens de registro constantes que estragam a experiência de uso 
  2. Touchpad bonito, porém pequeno e básico 
  3. Configuração abaixo do esperado pela faixa de preços 
  4. Tela sem tecnologia sensível ao toque 

segunda-feira, 20 de maio de 2013

O Facebook não quer mais que você utilize o Google Chrome





A rede social removeu o navegador da lista de navegadores recomendados, colocando o Opera em seu lugar.



A recente notícia de que o Facebook estaria de olho na compra do navegador Opera começa a ganhar mais força. A rede social atualizou a sua página de recomendação de navegadores excluindo o Google Chrome da lista e adicionando o Opera no lugar, ao lado doInternet Explorer e do Mozilla Firefox.

Isso não significa que aqueles que utilizam o Chrome não vão mais poder acessar a rede social, apenas mostra que o Facebook não incentiva mais o seu uso. O browser da Apple, o Safari, também não é recomendado, mas funciona sem problemas. O estranho disso tudo, é que o Chrome é o navegador mais utilizadono mundo atualmente.

Isso pode ser um sinal de que uma batalha entre Google e Facebook está se aproximando, e poderá mudar os rumos da internet.