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quarta-feira, 15 de maio de 2013

Veja 6 novidades que o Google deve revelar hoje





Evento anual da gigante de buscas, que acontece nesta quarta-feira, 15, pode apresentar novos produtos e atualizações
O Google I/O, evento anual do Google que começa nesta quarta-feira, 15, em São Francisco (Estados Unidos), deverá apresentar novidades ao mercado. OOlhar Digital vai acompanhar minuto a minuto a abertura do evento, mas antes revela quais serão os possíveis produtos e atualizações lançados. Confira!

Smartphone da Motorola

Desde o ano passado rondam pela mídia rumores sobre o X Phone, poderoso smartphone da Motorola Mobility – adquirida pelo Google em 2011. Em abril, Eric Schmidt, o chairman do Google, reforçou a ideia de um celular inteligente da fabricante ao declarar que a Motorla estava desenvolvendo produtos “fenomenais”.

Em março, boatos afirmavam que o X Phone terá processador Nvidia Tegra 4i. A CPU funciona sobre arquitetura ARM Cortex A9 com quatro núcleos rodando a frequência de 2,3 GHz. Os rumores também indicam que o smartphone virá com tela full HD de 4,7 polegadas sensível ao toque e câmera frontal de 5 MP com rastreamento ocular -- capacitando o aparelho a realizar rolagem e transição automática do que é exibido na tela. Na parte de trás deve haver também uma câmera com sensor de 16 MP. 

Além do X Phone, também há informações de outro aparelho da Motorola. O dispositivo deverá ter tela OLED de 4,65 polegadas com resolução de 720p. O processador é um Qualcomm Snapdragon S4 pareado com memória RAM de 2GB e bateria de 2200 mAh. O sistema operacional é o Android 4.2.

Relógio inteligente

Depois do Google Glass, a gigante de buscas poderá lançar um relógio inteligente, seguindo a tendência de outras empresas como Apple e Samsung, que supostamente também irão apresentar dispositivos semelhantes.

Fontes do site Android Authority afirmaram que a Motorola já está trabalhando no relógio inteligente do Google. De acordo com eles, o dispositivo está sendo testado internamente nos escritórios de Berlim (Alemanha), Manchester (Inglaterra) e Moutain View (Estados Unidos). 

O aparelho ainda precisa ganhar características de smartphone, como acesso à internet e aplicativos, mas os recursos e interface do sistema deverão ser similares ao Google Glass.
Na semana passada, o site Venture Beat descobriu uma patente do Google que também reforça os boatos. No entanto, como se trata de uma grande inovação no mercado, há chances de que a empresa ainda não esteja preparada para revelar a novidade.

Nexus 7

O tablet de 7 polegadas da gigante de buscas, apresentado no Google I/O do ano passado, pode ganhar um modelo atualizado, já que completará um ano de vida. O novo tablet também deverá ser fabricado pela Asus, porém terá tela com maior resolução, carregador sem fio, será mais leve, fino e virá com processador mais potente. Boatos também indicam que o aparelho terá o mesmo preço do Nexus 7 atual: US$ 199.

Android 4.3 ou 5.0

Todo ano o Google apresenta uma nova versão do Android durante o evento. Desta vez, a companhia pode apresentar uma versão menor (4.3) ou lançar a próxima grande atualização (5.0), apelidada de Key Lime Pie.

Os últimos boatos, contudo, afirmam que o Android 5.0 pode demorar a sair. O atraso se deve ao tempo que os fabricantes necessitam para atualizar o serviço antes de um novo lançamento. 

Embora o Google ainda não tenha confirmado qual das duas versões será apresentada em sua conferência mundial, existe a possibilidade do Key Lime Pie sair apenas em agosto.

Nexus 4G

O smartphone produzido pela LG em parceria com o Google também pode ganhar uma atualização, adicionando suporte às redes 4G. O aparelho, que só chegou no Brasil em março deste ano, não possui conexão LTE e é vendido no país apenas na versão de 16 gigabytes. A novidade, no entanto, traria ao mercado a opção de 32 gigabytes com 4G. 

Serviço pago de música

Desde o início do mês os rumores apontam para o lançamento de um serviço pago de música para concorrer com o Spotify. A empresa já teria até contratado sua equipe de negociações e criado uma unidade de operação para o produto.

A plataforma deve funcionar com integração tanto ao Google Play quanto ao YouTube. Quem assinar a conta, sugerem as especulações, poderá utilizar uma versão do site de vídeos livre de publicidade.

Muitas gravadoras têm ganhado dinheiro com este tipo de serviços. De acordo com a Fortune, 25% do lucro da Warner Music Group em 2012, vieram de parceria com o Google.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Facebook terá propagandas em vídeo a partir de julho






Jornal diz que as publicidades rodarão automaticamente, sem que o usuário escolha por isso

Um novo formato de propaganda começará a funcionar no Facebook a partir de julho, quando os usuários passarão a ver vídeos de marcas involuntariamente.


Segundo o Financial Times, cada publicidade terá duração máxima de 15 segundos e rodará automaticamente, sem precisar depender de um botão "play".

O som permanecerá desligado até que o internauta resolva mudar isso - e, neste caso, ver a propaganda mais uma vez.

Empresas como Coca-Cola, Nestlé e Unilever, parceiras do Facebook, serão as primeiras a experimentar o novo formato, diz o jornal.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

FairSearch: o grupo que quer acabar com o Google





Conheça a seleção de empresas especializadas em denunciar e manchar a imagem do site de buscas.

Não é fácil viver na internet sem os serviços da Google. Há alguns anos, essa gigante da tecnologia passou de um site de buscas para uma corporação que lida com vídeos, imagens, compras, viagens, gadgets e muito mais. Mas, se você acha isso ruim, imagine como se sentem os concorrentes.

Fora essa onipresença, as empresas que brigam por espaço no mercado contra a Google questionam o funcionamento dos algoritmos utilizados pelo sistema de buscas para ordenar as páginas de resultados. Recentemente, a companhia vem sendo acusada de monopólio, pois ela favoreceria os próprios serviços na hora de destacar os melhores sites.


Nenhuma condenação pesada nessa área já tirou dinheiro ou influência da Google, mas a lista de inimigos não para de crescer. E para conseguir melhores resultados, alguns deles montaram o FairSearch, uma espécie de supergrupo que promete confrontos épicos contra o rival.

Por um mundo mais justo

De acordo com o próprio site, o FairSearch é “um conglomerado de organizações que busca crescimento econômico, inovação e possibilidade de escolha na internet ao promover e defender a competição em buscas online e mobile”.

Em outras palavras, o grupo é uma liga de vigilantes que fica de olho em eventuais falcatruas cometidas por empresas que querem levar vantagem na área de pesquisas na internet. As palavras-chave que descrevem o objetivo do grupo são “transparência” e “inovação” – ou seja, para eles, é melhor que exista um alto número de concorrentes honestos no mercado do que poucos rivais, porém que jogam sujo.

Mas o site do grupo deixa claro quem é o grande alvo – e que a perseguição é muito mais pesada do que a sugerida pela descrição da organização. É só analisar as duas postagens mais recentes na página: uma compilação de declarações do cofundador da Google, Eric Schmidt, assumindo a manipulação de resultados, e uma apresentação de slides com todas as acusações contra a empresa ao longo dos últimos anos.
Montando o time dos sonhos

Fundado em 26 de outubro de 2010, o FairSearch é atualmente composto por 17 empresas: os sites de viagem TripAdvisor, Hotwire, Kayak, Expedia e SideStep; as páginas de comércio online Foundem, ShopCity.com, Twenga, Buscapé, TheFind e Allegro; as organizações LEVEL...com, adMarketplace e TravelTech; e as gigantes Oracle, Nokia e Microsoft, que aderiram mais recentemente ao movimento.

Cada um dos membros do FairSearch tem um motivo para querer o Google fora da jogada – ou ao menos vê-lo enfraquecido. O Buscapé, por exemplo, até já processou a rival exigindo igualdade de competição por causa do Google Shopping. Para a Microsoft, as vantagens são ainda maiores: atacar um concorrente sem utilizar o próprio nome, já que as declarações partem do conglomerado.

A crítica mais recente, por exemplo, envolve uma denúncia à União Europeia sobre privacidade e o monopólio da Google no mercado de dispositivos móveis. O Android foi acusado de “ser um cavalo de troia”, já que obriga você a contar com aplicativos da empresa, e de “fazer distribuição predatória” do sistema operacional, com a venda massiva de smartphones de baixo custo.
Quem disse que seria fácil?

Se não falta vontade por parte do FairSearch para derrubar o Google, não se pode dizer o mesmo do público-alvo da organização – ou seja, todo o resto da internet. Até o momento, apesar de lutar para levar a guerra contra a empresa para um nível mundial, o grupo não obteve resultados expressivos, pecando principalmente em popularidade.

A conta do FairSearch no Twitter tem menos de 950 seguidores. Os dois vídeos postados no YouTube foram vistos menos de 2 mil vezes. Só a página do Facebook teve relativo sucesso, com mais de 4 mil curtidas – mas o mural é ofuscado por uma mensagem recente de um sujeito que pergunta “se essa porcaria ainda existe”.

Além disso, o conteúdo das acusações volta e meia é questionado. Quem garante que o discurso é realmente válido, e não apenas um ataque gratuito da Microsoft, por exemplo? Críticos ainda afirmam que, em vez de gastar tanto tempo buscando esse combate, a organização deveria se preocupar mais em criar produtos de qualidade para competir de igual para igual contra a Google.

Os ataques exagerados e muitas vezes superficiais também não são vistos com bons olhos – há quem acredite que o FairSearch, em vez de prestar um serviço à comunidade virtual, está só atirando para todos os lados sem pensar, só esperando que um argumento funcione.

Apesar das dificuldades enfrentadas, o FairSearch não vai parar enquanto não presenciar o enfraquecimento da Google. A questão é se isso algum dia realmente vai acontecer, já que o império do buscador parece cada vez mais consolidado na internet.

Ou pior: será que as companhias que formam o conglomerado não tomariam atitudes semelhantes (ou ainda piores) se estivessem no poder?

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Metabase News





Novo no Ubuntu? Saiba por onde começar!

Após instalar o Ubuntu nos deparamos com uma interface completamente nova e um modo diferente de interagir com o computador. O primeiro detalhe que percebemos é que a barra de tarefas fica na parte de cima, abordagem adotada não só pelo Linux, como também pela maioria dos sistemas baseados em UNIX, como o Mac OS X. Já os atalhos de programas ficam localizados na parte esquerda da área de trabalho. 

Depois de algumas dicas iniciais, já podemos começar a nos sentir mais à vontade e utilizar essa nova interface, conhecida como Unity, sem medo. Mas antes, vamos nos aprofundar um pouco mais em alguns conceitos básicos no Linux.
Introdução ao Linux

O Ubuntu nada mais é do que uma distribuição Linux. Existem centenas delas disponíveis para o usuário, cada uma apresentando as suas peculiaridades, vantagens e desvantagens, mas todas elas compartilham de um mesmo recurso, conhecido como kernel. Todos os sistemas operacionais possuem um kernel, seja o Linux, Mac OS X ou o Windows, que é responsável pelo trabalho pesado de fazer processador, memória e disco trabalhem em conjunto.

Quando dizemos "Linux", estamos nos referindo apenas ao kernel, enquanto o Ubuntu é uma combinação de kernel, programas pré-instalados e interface padrão. Ao contrário do Windows, estas três partes são vistas separadamente, sendo possível não só escolher os pacotes (equivalente aos programas do Windows) específicos como também trocar de interface sem necessariamente ter que instalar um outro sistema operacional.

O Ubuntu é bastante popular por se focar na usabilidade. Ao instalá-lo, não é necessário se preocupar ou mesmo entender o que está acontecendo por baixo do capô, pois o funcionamento do sistema exige um conhecimento bastante avançado do usuário (caso de distribuições avançadas como o Gentoo) ou a escolha do que está sendo instalado (como acontece com o Debian). Isso não o torna melhor ou pior do que outras distros, apenas mais simples de instalar e entender.

A interface padrão do Ubuntu, a Unity, começou a ser utilizada nas versões mais recentes, substituindo a antiga interface Gnome 2 e focando mais em usabilidade e elegância. O resultado é um desktop bastante moderno, mas mais exigente de recursos gráficos, e é esta interface que vamos conhecer hoje.
Bem-vindo ao Unity!

Quem está experimentando o Ubuntu pela primeira vez, vindo de alguma versão do Windows, costuma procurar o "Menu Iniciar" para se sentir mais à vontade. Este é o primeiro ícone na barra de atalhos à esquerda, conhecido com "Dash".


Ao clicar no Dash, você abrirá uma janela transparente com um campo de busca. Essa é uma das grandes diferenças em relação ao Windows, já que por padrão não aparece uma lista de programas e sim uma lista dos mais acessados. Basta começar a digitar o nome de um programa que ele aparecerá. Em nosso exemplo, vamos digitar "ged", o começo do gEdit, bloco de notas padrão do Ubuntu (equivalente ao Bloco de Notas do Windows):


Isso não ajuda muito para quem está usando o Ubuntu pela primeira vez, certo? Afinal, no começo não conhecemos os programas do sistema. Para acessar a listagem geral de programas, clique no Dash e, na parte de baixo, clique no ícone que parece um "A". Aparecerão três colunas: programas mais utilizados, programas instalados e sugestões. Ao clicarmos em instalados aparecerá uma listagem geral:


Até agora já aprendemos a ter acesso a todos os programas instalados, mas como instalar algum programa novo? Há várias formas, mas vamos aprender a mais prática e que é um dos grandes trunfos do Ubuntu em relação às outras distribuições.
O Ubuntu Software Center (Central de aplicativos do Ubuntu)

Quer instalar um aplicativo novo? Não é necessário nem abrir o navegador. Basta abrir a Central de aplicativos do Ubuntu e pesquisar por novos programas. O grande diferencial dessa abordagem é que não é necessário se preocupar com dependências ou bibliotecas adicionais, como acontece com outros gerenciadores. Basta escolher e instalar.


Alguns programas são familiares aos que temos no Windows, como Opera (navegador web), VLC (reprodutor de filmes) e Dropbox (gerenciador de arquivos na nuvem). Sinta-se à vontade para navegar entre as opções disponíveis, ler as descrições e instalar qualquer um que estiver disponível, lembrando que alguns já estão pré-instalados, como o LibreOffice (suíte de escritório) e Gimp (editor de imagens). A grande maioria deles é gratuita! :)


No entanto, há programas com os quais estamos acostumados não estão listados no Ubuntu Software Center. Por exemplo, como instalar o Skype? Então vamos para o próximo item.
Programas compatíveis com o Ubuntu

Há várias razões para que um programa não esteja listado na Central de aplicativos do Ubuntu (ou mesmo o Synaptics, gerenciador de pacotes um pouco mais avançado), sendo que a principal delas é a licença. O Ubuntu e outras distros em geral possuem um bom suporte a programas proprietários, mas devido às restrições impostas pelos fabricantes, não é possível instalá-los por padrão, como é o caso do Skype.

Para estes casos é necessário baixar o programa diretamente do site oficial.

Matéria completa: http://canaltech.com.br/dica/linux/Novo-no-Ubuntu-Saiba-por-onde-comecar/#ixzz2RqxS6esO 

Metabase News





Skype poderá ter videoconferências em 3D
Microsoft trabalha em sistema de hologramas de alta definição


A Microsoft anunciou na quarta-feira, 24, a contratação de engenheiros para o desenvolvimento de tecnologia capaz de realizar videoconferências com hologramas 3D. 

A ideia parece ser uma extensão do projeto de pesquisa Viewport, anunciado em 2012, que tinha como proposta reconstruir em tempo real uma representação em 3D, em um ambiente virtual compartilhado. 

Segundo o anúncio da empresa, a longo prazo a plataforma possibilitará videoconferências de alta definição para usuários do Skype. 

Outras empresas, como Cisco e Sony, já oferecem soluções para comunicação via holograma, porém, esta é a primeira vez que a Microsoft se aventura em ações mais concretas na área.

Ainda não há nenhuma previsão de quando a plataforma estará disponível no mercado.