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sexta-feira, 3 de maio de 2013

Metabase News





Ministério Público investiga Decolar.com, Submarino Viagens e ViajaNet

O Ministério Público do estado de São Paulo está voltando suas atenções para as empresas de viagem pela internet que atuam no país, principalmente, a Decolar.com, o Submarino Viagens e a ViajaNet. Os promotores querem que estas empresas disponibilizem aos clientes, de forma clara, informações sobre taxas adicionais de viagem e encargos que devem ser pagos sobre o valor de passagens aéreas.

Duas semanas atrás, os advogados dessas companhias se encontraram com a promotoria do MP-SP para discutir sobre o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), acordo no qual as companhias aceitam realizar as mudanças sugeridas pelo órgão. O documento do MP indica que além de mostrar as informações sobre taxas, as empresas deverão apresentá-las aos consumidores "em local de destaque, na parte superior da página inicial".

Os sites de viagens online cobram, além da taxa convencional das companhias aéreas, uma taxa de conveniência dos clientes por seus serviços que pode variar de R$ 40 a R$ 45. E uma pesquisa do Reclame Aqui mostra que a Decolar.com, o Submarino Viagens e a ViajaNet têm mais de 5 mil reclamações de consumidores, das quais 322 queixas alegam propaganda enganosa. No entanto, as empresas não são proibidas de cobrar a taxa de conveniência pela prestação de seus serviços.

Durante o primeiro encontro, as partes não conseguiram chegar a um acordo e uma nova reunião está marcada para o dia 13 de maio. Se um acordo não for estabelecido, o caso deverá seguir para a Justiça. "Informação é um direito básico do consumidor", afirmou à Veja Flavio Siqueira Júnior, advogado do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec). "Para que se faça uma boa compra, é imprescindível ter conhecimento claro dos serviços".

Edmar Bull, vice-presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagem (Abav), afirma que manter uma tela com os preços cobrados por todas as companhias aéreas tem um custo a mais para as agências online e que sua ausência não significa falta de transparência. Bull, que é a favor da proposta do MP, ainda afirma que cabe ao consumidor concluir ou não a sua compra online, já que a taxa é informada antes da página de conclusão da compra.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Metabase News





Mac OS, Linux e Windows: cuidado com a nova vulnerabilidade no Java

Uma nova praga foi descoberta esta semana e está sendo executada em ataques contra usuários do Windows para enviar aos micros o Trojan conhecido como Poison Ivy Remote Access. A praga, que está em processo inicial, ainda não foi amplamente difundida. O que mais preocupa é seu potencial para ser utilizada por outros desenvolvedores de malwares em um futuro próximo. Saiu no Intego.

Ao que parece, a praga aparece em todos os navegadores e funciona em algumas versões do Linux, do OS X 10.7 e superiores e também do Windows. Portanto, se você estiver utilizando a última versão atualizada do Java 7 (1.7, até o update 6), é melhor tomar cuidado.

Até o momento, não existe nenhum patch disponível para esta façanha - por isso, é altamente recomendável que você desabilite o Java em seu computador, antes que seu sistema seja atualizado e corrija o código.

Já não é de hoje que o Java tem se mostrado um veículo famoso para disseminação de malware. Uma falha do Java não foi corrigida no início deste ano e se tornou a grande responsável pelo sucesso do Flashback. Além disso, applets Java têm sido parte do processo de instalação para quase todos os ataques por malware no OS X este ano. 

A Oracle programa seus patches para serem lançados trimestralmente, ou seja: a princípio, só teremos a correção para esta falha em meados de outubro. Tratando-se de malware, algumas semanas significam uma falha enorme de proteção. E como o código-fonte desta nova praga já começou a ser distribuído, é bem provável que vejamos uma série de computadores infectados pelo malware antes que a Oracle envie a correção.

Dado o interesse de novos arquivos maliciosos para atacar várias plataformas e também o fato desta nova vulnerabilidade funcionar no Linux e no Mac OS, é extremamente importante que tomemos as medidas preventivas para protegermos nossas próprias máquinas.

As provas da nova ameaça já foram exibidas e incluídas nas novas definições de vários antivírus. Mas é melhor prevenir que remediar.


Metabase News







The Pirate Bay está de mudança para o Caribe
O controverso site de compartilhamento de arquivos está mudando de casa novamente.



A vida do site de compartilhamento de arquivos The Pirate Bay não está sendo muito fácil ultimamente. A equipe tem transferido o domínio de um país para outro nas últimas semanas.


Em menos de um mês, o domínio do site já passou pela Groenlândia, onde foi rapidamente bloqueado por uma empresa de telecomunicações local. Depois disso, a equipe transferiu o site para a Islândia, onde aparentemente encontrou abrigo, pelo menos temporário.

Porém, o The Pirate Bay já está de mudança novamente. Para tentar fugir mais uma vez da justiça, o site está transferindo suas atividades para a pequena ilha de São Martinho, localizada na região do Caribe.

Será que os piratas do Caribe finalmente vão conseguir um pouco de sossego ou vão precisar ir até o fim do mundo para conseguir escapar dos processos judiciais?

Metabase News





Anatel e governo reforçam que vale a pena gastar com 4G
Proteste havia reclamado dos preços altos, da incompatilidade com aparelhos e de pouca cobertura
Internet 4G: Será que vale a pena?
O presidente da Anatel, João Resende, e o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, saíram em defesa do 4G depois de a organização Proteste recomendar aos consumidores que evitem a contratação do serviço.

"Seria antieconômico não apostar na nova tecnologia. Não vamos ficar tutelando a opção do consumidor", disse Resende, durante evento de lançamento do 4G da Vivo, em São Paulo, de acordo com o Estadão Conteúdo. Para ele, a melhor opção é "entupir" de reclamações as centrais de atendimento das operadoras caso a tecnologia não funcione. 

Paulo Bernardo afirmou que o consumidor é "inteligente" e saberá fazer suas próprias escolhas. "Teremos no Brasil o primeiro grande teste do 4G no mundo", completou o ministro em referência ao legado da tecnologia para os próximos anos.

Esta semana, a Proteste enviou ofício à Agência Nacional de Telecomunicações questionando a validade da comercialização dos planos de 4G. Segundo a organização, as operadoas fazem propaganda enganosa uma vez que a "tecnologia ainda cara, compatível com poucos celulares e disponível em poucas regiões de algumas cidades”. 

Para saber mais sobre as críticas da Proteste, clique aqui.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Metabase News





Proteste afirma que a comercialização do 4G no Brasil é 'propaganda enganosa'

A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) anunciou a entrega nesta segunda-feira (29) de um ofício à Anatel questionando as primeiras etapas de adoção e comercialização do 4G no Brasil. Um dos principais pontos criticados pelo órgão é a limitação do download em alguns planos de internet móvel, que poderá comprometer o alto desempenho do 4G, algo considerado como a grande vantagem do novo sistema.

"É como você pagar por uma carruagem que no meio do caminho vira abóbora", afirmou à Agência Brasil Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Proteste. "Quem contrata o serviço 4G quer transmitir muitos dados de forma rápida. Se as operadoras colocam um limite de quantidade de dados e decide que, ao atingi-lo, a velocidade da rede diminui, elas, de certa forma, estão enganando o consumidor".

Com base nisso, a Proteste acredita que o lançamento do 4G no Brasil pode ser classificado como "propaganda enganosa porque aparelhos mais caros acabarão sendo usados para velocidades menores". Outra crítica do órgão é que os aparelhos com suporte para o 4G comercializados atualmente no país rodam na frequência 2,5GHz e não poderão ser usados na faixa de 700MHz, que deverá ser leiloada no primeiro semestre de 2014.

A coordenadora da Proteste afirma que o grande problema é que os consumidores não estão sendo informados que se quiserem ter uma quantidade de download e transmissão de dados maior, deverão assinar planos provavelmente mais caros. Além disso, se quiserem migrar para outra operadora que funciona na faixa de 700MHz também terão que investir em novos aparelhos móveis que são compatíveis com esta frequência. A faixa de 700MHz é amplamente usada em muitos países ao redor do mundo e, como não estará em operação durante a Copa do Mundo de 2014, muitos turistas poderão encontrar problemas na hora de acessar a internet em seus smartphones ou tablets no período da competição.

A Anatel afirmou que só irá comentar sobre o ofício da Proteste depois que recebê-lo.